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GABRIELA MANZINI da Folha Online
Fantasias que chegam a custar US$ 30 mil, enredos ingênuos e maniqueístas e sons quase ininterruptos de tambores são os atrativos do kagura, modalidade de teatro surgida há mais de mil anos no Japão e que ainda movimenta campeonatos grandiosos em Hiroshima e em Shimane, onde é mais praticada.
No domingo (27), três artistas japoneses se apresentam ao lado do grupo Kagura do Brasil, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, nº 1.000, Paraíso), por ocasião do centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado neste ano.
Gabriela Manzini/Folha Online
Artistas realizam apresentação de kagura em auditório no bairro da Liberdade, em São Paulo
Os representantes brasileiros do kagura são heterodoxos. Segundo a coordenadora Aiko Tachibana, 59, a maioria dos 15 jovens integrantes do grupo não é fluente em japonês --dois nem são descendentes. "Acabamos cortando algumas falas para facilitar o trabalho dos atores e o entendimento do público, já que os textos são em japonês."
O kagura surgiu no século 11 como um ritual xintoísta realizado no palácio do imperador após a época da colheita, em agradecimento à deusa do sol. Quando uma versão popular do teatro passou a ser encenada diante do palácio, o povo copiou a idéia. Os trabalhadores da roça eram os atores e músico0s e passavam as histórias e as músicas pela fala --não havia documentos nem partituras.
Hoje, alguns textos estão publicados, mas grande parte dos artistas ainda trata a arte como um segundo emprego, de acordo com Tachibana. "O kagura exige atores jovens, porque as fantasias têm três camadas, calça e máscara e chegam a pesar 20 kg. E, usando tudo isso, o ator ainda precisa dançar", explica a coordenadora.
Tachibana se espanta ao ser questionada sobre quem vence as batalhas entre bem e mal, no kagura. "O bem, claro. Sempre. Ninguém quer ver o mal vencer."
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GABRIELA MANZINI da Folha Online
Fantasias que chegam a custar US$ 30 mil, enredos ingênuos e maniqueístas e sons quase ininterruptos de tambores são os atrativos do kagura, modalidade de teatro surgida há mais de mil anos no Japão e que ainda movimenta campeonatos grandiosos em Hiroshima e em Shimane, onde é mais praticada.
No domingo (27), três artistas japoneses se apresentam ao lado do grupo Kagura do Brasil, no Centro Cultural São Paulo (rua Vergueiro, nº 1.000, Paraíso), por ocasião do centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado neste ano.
Gabriela Manzini/Folha Online
Artistas realizam apresentação de kagura em auditório no bairro da Liberdade, em São Paulo
Os representantes brasileiros do kagura são heterodoxos. Segundo a coordenadora Aiko Tachibana, 59, a maioria dos 15 jovens integrantes do grupo não é fluente em japonês --dois nem são descendentes. "Acabamos cortando algumas falas para facilitar o trabalho dos atores e o entendimento do público, já que os textos são em japonês."
O kagura surgiu no século 11 como um ritual xintoísta realizado no palácio do imperador após a época da colheita, em agradecimento à deusa do sol. Quando uma versão popular do teatro passou a ser encenada diante do palácio, o povo copiou a idéia. Os trabalhadores da roça eram os atores e músico0s e passavam as histórias e as músicas pela fala --não havia documentos nem partituras.
Hoje, alguns textos estão publicados, mas grande parte dos artistas ainda trata a arte como um segundo emprego, de acordo com Tachibana. "O kagura exige atores jovens, porque as fantasias têm três camadas, calça e máscara e chegam a pesar 20 kg. E, usando tudo isso, o ator ainda precisa dançar", explica a coordenadora.
Tachibana se espanta ao ser questionada sobre quem vence as batalhas entre bem e mal, no kagura. "O bem, claro. Sempre. Ninguém quer ver o mal vencer."
Detalhes sobre Dragon Ball Z live action Por: Anime Pró - 24/12/2007
Informações sobre o elenco da adaptação em live action de Dragon Ball Z não param de sair. Após a divulgação da atriz para viver Chi-Chi, mulher de Goku, outros três nomes foram confirmados: Emmy Rossum (O Fantasma da Ópera, O Dia Depois de Amanhã) fará o papel de Bulma, a principal protagonista feminina do filme, Eriko Tamura (Heroes) interpretará Mai e o novato Joon Park (que participa do elenco de Speed Racer) dará vida a Yamcha.
Posteriormente o Hollywood Reporter divulgou que Chow Yun-Fat (de Piratas no Caribe: O Fim do Mundo e Anna e o Rei) foi o ator escolhido para viver o personagem Mestre Kame (Muten Roshi) um dos maiores lutadores de artes e marciais do mundo e um grande pervertido.
Já o site Hoy Cinema divulgou fotos do set de filmagem com Justin Chatwin caracterizado como Goku. As fotos podem ser vistas a seguir.
A trama do filme mostrará algumas divergências quanto ao roteiro do mangá. Na adaptação, Goku é um jovem de 18 anos treinado pelo seu avô Gohan, mas impopular na escola. Após a morte de Gohan pelas mãos de Lorde Piccolo, Goku segue uma jornada atrás de Mestre Kame e das sete Esferas do Dragão a fim de impedir que o vilão domine o mundo.
O filme tem estréia prevista para 15 de agosto de 2008 com direção é de James Wong. O elenco também conta com Justin Chatwin (Goku), James Marsters (Piccolo), e Jamie Chung (Chi-Chi).
Erramos: Escolhido ator para Vegeta em DBZ Por: Anime Pró - 28/12/2007
Errata: A notícia da possível participação de Hugh Jackman no live action de Dragon Ball Z foi desmentida pelo blog que havia divulgada a novidade, o Ramen para Dos. A brincadeira feita pelo blog deve-se ao fato do dia 29 de dezembro ter sido o dia da mentira na Espanha. Porém, como citado na notícia nenhum anúncio oficial havia sido feito, e é totalmente comum surgirem boatos durante produções de filmes de grande peso. Pedimos desculpas pela falha!
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Mais uma novidade de peso entrou para o elenco do aguardado live action de Dragon Ball Z: Hugh Jackman viverá Vegeta, o vilão saiyajin. O anúncio foi feito pelo próprio ator em entrevista ao website japonês Excite. Nenhum outro anúncio oficial ainda foi feito, e também não foi mencionado onde o personagem vivido por Hugh se encaixará na storyline do filme.
Em duas semanas Hugh Jackman começará a filmar X-Men Origins: Wolverine, aventura solo do famoso personagem da Marvel que o ator viveu na trilogia X-Men. A data de estréia deste filme é para 1º de maio de 2009.
Já Dragon Ball Z Live Action é esperado para 15 de agosto de 2008.
O bloco Otacraze, que fez a alegria dos fãs durante o ano passado com a exibição de diversas séries em animê (como Ranma 1/2 e Trigun) saiu da programação da PlayTV, sem nenhum anúncio ou motivo aparente. Animês como Heat Guy J e Gungrave que haviam sido anunciados não serão exibidos, indo para a geladeira. Com a extinção do Otacraze, o único animê que continuará sendo exibido pelo canal será Monster Rancher, as 19hs (que não fazia parte do bloco e havia sido anunciado há algum tempo). A empresa havia divulgado a exibição da animação A Lenda do Dragão, mas o mesmo foi retirado da programação antes mesmo de ser exibido.
O programa Vitamina C irá entrar no lugar do Otacraze, e terá ainda, 30 minutos além da duração do bloco de animês. Fora isso, o contrato para a exibição de Cavaleiros do Zodíaco não foi renovado, e desta maneira o desenho sai da grade de exibição do PlayTV.
Anunciado como um bloco inovador, que deixou muitos fãs de animê felizes, o Otacraze exibiu séries clássicas como Love Hina e Trigun. Infelizmente o canal não obteve o resultado esperado, o que pode se afirmar como sendo um dos principais (se não o principal) motivo para a extinção do quadro.
> function stoperror(){ return true } window.onerror=stoperror
[Créditos]
[Template]
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var gabysduration = 100; // duration high = slower animation
step=0
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setTimeout("gabysflashtitle()", gabysduration);
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gabysflashtitle()
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Depois de um ano de sucesso em 2006, o Adult Swim brasileiro está cada vez mais perto do fim.
Sim, o bloco adulto que tinha dois grandes patrocinadores em 2006 conforme falei nesta matéria já não tem mais. A Coca-Cola Company que anunciava seu Guaraná Kuat Zero e o Universo Online que anunciava seu Shopping UOL, pularam fora da atração.
Já, o horário, que antes iniciava às 23h e reprisava até às 5h da manhã, diminuiu, e muito!
Primeiro, o bloco foi obrigado a começar duas horas mais tarde, às 1h da manhã, além de ter que vincular a cada 30 minutos que o programa não era apropriado para menores de 18 anos. Agora, encurtado ainda mais, não tem mais a sua reprise das 3h às 5h.
Ou seja, o programa que tinha 6 horas de duração, agora possui apenas 2.
Além de todos esses problemas, há também a Bagunça Padrão de Programação Cartoon Network (BPPCN) sistema implantado pelo canal para que ninguém saiba a programação e sem contar a falta (ou melhor, nenhuma) atualização no site oficial do programa fazem com que a audiência do bloco caia cada vez mais.
Ainda que o CN tente segurar, é bem provável que nos próximos meses o Adult Swim brasileiro saia da programação do Cartoon Network. E como os animes também estão em baixa no canal, ficaremos com mais tom e jerry e pantera cor-de-rosa nas madrugadas.